Autor: Portal Emprega

  • Programa de Estágio CPFL 2016: inscrições abertas!

    A CPFL Energia e a Feeta RH convidam os estudantes com formação em cursos superior ou técnico com conclusão entre dezembro de 2016 e 2017 para participar do processo seletivo do Programa de Estágio CPFL 2016. As inscrições seguem até o dia 20 de setembro e os interessados devem ter disponibilidade para estagiar 18, 20, 24 ou 30 horas semanais.

    Há disponibilidade de vagas nas regiões de Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba, Bauru, Santos, Jaguariuna, S. J. do Rio Pardo, Itapetininga, Piraju, S. J. do Rio Preto, Jundiaí, Mococa e São Paulo, tanto para nível técnico quanto para superior.

    De acordo com a empresa, há 102 anos no ramo do setor elétrico, o objetivo do seu programa de estágio é agregar à equipe força jovem de trabalho, com alto grau de capacitação, e preparar profissionais para a concretização da estratégia de renovação organizacional.

    A CPFL destaca ainda a troca de experiência e de conhecimento teórico entre estudantes e profissionais que o programa de estágio propicia, contribuindo para a inovação empresarial e preparação de novos profissionais. Além desses benefícios, o índice de efetivação dos estagiários do Grupo CPFL é de 22%.

    Saiba mais e inscreva-se!

     

    Fonte: http://www.feeta.com.br/blog-feeta-rh

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  • O que uma crise nos ensina

    “Na alegria ou na dor, aprendizado”

     O assunto do dia (e da noite) é a crise econômica pela qual passamos. Os mais esclarecidos sabem porque o Brasil entrou nessa crise e o que precisa fazer para sair dela. Mas a receita é dolorosa. O fundo do poço ainda não chegou e ainda vamos sofrer um pouco mais. Lamentavelmente, os responsáveis pela situação atual do país não assumem seus erros e insistem que trata-se de um fenômeno global, o que é uma grande mentira. Decisões erradas nos trouxeram até aqui e ponto. Mas esse não é foco da minha conversa de hoje. Quero levar a reflexão para outro lado – o que uma crise nos ensina. Você conhece aquele ditado que diz “já que só tenho limão, vou fazer uma limonada”? Pois bem, já que a crise está aí, o que podemos aprender com ela?

    Recentemente, eu dava uma entrevista para uma rádio em Campinas e o tema era “a crise e a sua gestão financeira pessoal”. Nesta ocasião, fiz questão de começar a conversa dizendo que crises sempre existiram e sempre irão existir. Quem não se lembra de todas as crises que passamos no Brasil nos últimos 25 anos? Não foram poucas. O ponto principal é que nunca (ou quase nunca) sabemos quando ela vai começar e quando vai terminar. Além disso, fiz uma síntese que, para mim, faz todo sentido: “Qualquer crise, quando chega, encontra preparados e despreparados”. Essa é uma realidade inegável. Há pessoas que sofrem mais e há pessoas que sofrem menos durante uma crise. O tamanho da dor depende do quão preparado você está para enfrentar momentos difíceis.

    Em outra reunião recente com líderes empresariais da RMC – Região Metropolitana de Campinas, discutíamos o que cada empresa estava fazendo para minimizar os efeitos da crise econômica. Um deles saiu com uma metáfora fantástica e disse que estava concentrado, naquele momento e na sua empresa, em descobrir ativos inertes. A explicação do que significa “ativos inertes” foi fantástica. Segundo ele, e com toda razão, durante as vacas gordas, poucos se preocupam em melhorar a produtividade, buscar reduções de custos e serem mais eficazes na gestão. É na época de vacas magras que as pessoas, se forem provocadas e motivadas, conseguem usar mais e melhor a sua criatividade para buscar alternativas diferentes e ousadas. Essas pessoas e ideias, segundo ele, são os ativos inertes, ou seja, profissionais com ótimas ideias que brotam em época de maior dificuldade. Achei brilhante. É bem isso: na abundância somos mais displicentes. Na escassez, temos que nos virar para sobreviver, e sempre encontramos formas melhores de administrar recursos escassos.

     

    Portanto, ficam aqui, na minha modesta opinião, uma lista de lições e aprendizados devem estar na nossa mente neste momento:

     

    1. Crises sempre existiram e sempre vão existir. Não adianta achar que é o fim do mundo. Não é. Um dia ela acaba e começa outro momento de vacas gordas;
    2. Crises encontram preparados e despreparados. Nos momentos de abundância, nunca gaste tudo o que tem. Guarde sempre recursos para serem usados nestes momentos difíceis;
    3. Durante uma crise a melhor postura é a proatividade. Portanto, pare de ficar reclamando dela e faça algo de concreto. Busque formas inovadoras para ajudar a sua empresa a superar o momento;
    4. Chame a sua equipe para a responsabilidade. Seja transparente com as pessoas, por pior que seja a situação, e motive todos a ajudarem a buscar soluções que melhorem os resultados da empresa;
    5. Avalie de perto a postura de cada pessoa da sua equipe. Uma crise é um ótimo momento para conhecer quem é quem de fato. Há pessoas que crescem e mostram competências fantásticas durante um momento difícil, enquanto há outros que só entregam bons resultados quando a maré está a favor;
    6. Fique mais perto da sua equipe. Converse mais, motive mais – tudo isso olho no olho. Reduza a quantidade de e-mails e comunicações impessoais. Durante uma crise, as pessoas precisam de união, apoio e proximidade, não de e-mails e mensagens de Whatsapp.

     

     

    É isso. A crise vai passar. Pode demorar um pouco, mas vai passar. Enquanto ela não acaba, faça uma coisa nobre – aprenda com ela! Até o próximo.

     

    Prof. Marcelo Veras
    VERAS
  • Multinacional abre 40 vagas para programa de estágio em Campinas

    Para os candidatos à vaga de estágio com nível superior, o pré-requisito é que a graduação esteja prevista para 2016 e 2017

    BoschFB

    As inscrições podem ser feitas até 10 de agosto e há oportunidades para estudantes de curso superior e técnico

     

    A empresa Bosch está com 40 vagas abertas para o programa de estágio 2015 para a cidade de Campinas. Os estudantes podem se inscrever pelo site da empresa (clique aqui) até o dia 10 de agosto. Neste processo, o início do programa de estágio será em outubro deste ano.

    Para estudantes universitários, as oportunidades são para os cursos em Tecnologia de Informação, Comunicação Social/Propaganda e Marketing, Psicologia, Letras e Engenharias (Computação, Elétrica, Mecânica, Mecatrônica, Produção, Controle e Automação). Já para os técnicos, a atuação será nas áreas de Secretariado, Técnico em Mecânica e Eletrônica.
    Os benefícios oferecidos pela empresa são: assistência médica e odontológica, auxílio-farmácia, restaurante no local, auxílio transporte, acesso ao Clube de Funcionários Bosch, seguro de Vida, material escolar, participação nos lucros e resultados (de acordo com a política de estágio da empresa) e bolsa-auxílio.
    Para os candidatos à vaga de estágio com nível superior, o pré-requisito é que a graduação esteja prevista para 2016 e 2017. Já para o nível técnico, a empresa procura estudantes que tenham vínculo com um colégio técnico por até dois anos. Em ambos os casos, os conhecimentos de informática e dos idiomas inglês e/ou alemão são diferenciais importantes.
    ATENÇÃO: Vagas para outras áreas, consulte clicando aqui!
    Fonte: http://www.rac.com.br/ 
  • Consciência e Coerência

    “Duas virtudes raras atualmente”

     

    Nessa semana, tive a oportunidade de fazer duas palestras, tratando de dois temas que amo e que têm uma forte relevância para a vida das pessoas. A primeira foi sobre “Corpo e carreira”, onde compartilhei a minha experiência pessoal e meus conhecimentos sobre os efeitos de uma boa saúde no trabalho, em prol da criatividade e produtividade. Com um grupo de executivos de uma empresa parceira da Inova Business School, fiz uma rápida apresentação e depois debatemos o assunto por quase uma hora. A segunda foi sobre “Finanças pessoais”, desta vez para colaboradores do grupo que trabalho. Mais uma vez, compartilhei a minha experiência, meus conhecimentos e ferramentas de gestão de finanças pessoais, tema que considero fundamental para qualquer pessoa e em qualquer momento da vida e da carreira. Mais uma vez, tivemos a oportunidade de debater e pude ouvir considerações, entender seus medos e desafios pessoais, principalmente no que diz respeito a mudanças de hábitos. Tanto quando se trata de saúde física quanto saúde financeira, todos são unânimes em concordar que é preciso fazer coisas, mudar hábitos, deixar de fazer coisas, incorporar novas posturas e atitudes. Mas é exatamente aí que o bicho pega. O abismo entre o que sabemos que precisa ser feito e o que realmente fazemos, tantas vezes, pode ser maior do que a distância da terra à lua. Ou seja, como acontece em várias outras dimensões, a coisa trava na execução.

    Essa questão sempre me provocou e continua me provocando. Como resolver isso? Como ajudar as pessoas a executarem aquilo que sabem que precisam fazer, mas não conseguem? Tenho certeza de que não sou o único incomodado. Nos cinco continentes devem existir pessoas que pensam nisso. Um cara, aliás, deu uma das maiores contribuições que já vi até hoje nesse tema. O nome dele é Charles Duhigg, que escreveu o livro “O poder do hábito”. Para mim, uma das melhores obras sobre comportamento humano e mudança de hábitos que já li até hoje e que recomendo para todos os meus alunos. Depois desse texto, o entendimento sobre como os hábitos (bons ou não) se desenvolvem e como mudá-los ficou bem mais claro. O desenvolvimento da chamada neurociência tem nos permitido compreender coisas e fenômenos nunca antes pensados.

    Mas quero deixar aqui outra singela contribuição para ajudar um pouco mais nessa questão. Na minha visão, qualquer problema só pode ser resolvido se antes for bem compreendido. Se não entendemos o problema, a solução não aparece. Se o compreendemos bem, fica mais fácil. Nas questões que tratei nessa semana (corpo e carreira e finanças pessoais), as minhas dicas mais importantes para aqueles que decidem começar a boa jornada de mudanças na gestão da sua saúde física e das suas finanças pessoais são: Primeiro, desenvolver uma consciência clara de que o futuro da nossa saúde e das nossas finanças pessoais dependem de decisões que tomamos hoje e diariamente. Essa consciência se consegue de forma muito simples. Basta analisar casos reais de pessoas que cultivaram hábitos e analisar seus resultados no curto, médio e longo prazos. Além disso, existem indicadores claros e mensuráveis de saúde física e financeira. Basta medi-los e analisá-los. Em segundo lugar, precisamos desenvolver uma coerência entre as nossas ações e os nossos discursos. Citei um caso de uma pessoa que cuidava da saúde física tão bem quanto um leão com fome cuidaria de um filhote de gazela. Pois bem, um belo dia, quando recebeu uma notícia péssima sobre a sua saúde, ficou surpreso e inconformado. Ou seja, uma incoerência tremenda, porque com os hábitos que tinha a última coisa que podia esperar que aquilo acabasse bem.

    Enfim, consciência e coerência – essas duas palavrinhas fazem milagres e transformam vidas. Ter clareza de onde estamos e como estamos, e depois elaborar um plano coerente com os nossos objetivos representam a chave do sucesso, não só na saúde e nas finanças pessoais, mas em tudo na vida. Até o próximo!

     

    Prof. Marcelo Veras
    VERAS