Autor: Portal Emprega

  • Programa de estágio: Bosch procura estudantes cursando a partir do 2º ano

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    Inscrições para o processo seletivo estão abertas, com início do estágio previsto para janeiro de 2016

    O ano está quase terminando, mas ainda dá tempo de aproveitar uma oportunidade única de começar a carreira profissional. Presente no Brasil desde 1954, a Bosch abre novas oportunidades de estágio para estudantes que estejam cursando a partir do 2º ano da universidade. As vagas são para os cursos:

    • Administração de Empresas
    • Análise de Sistemas
    • Ciência da Computação, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas
    • Comércio Exterior
    • Comunicação Social/Propaganda e Marketing
    • Direito
    • Engenharia (Computação, Elétrica, Mecânica, Mecatrônica, Produção controle e Automação)
    • Estatística
    • Logística
    • Relações Públicas
    • Secretariado ou Letras

     

    O início do estágio está previsto para janeiro de 2016 e os selecionados irão atuar nas cidades paulistas Campinas, Indaiatuba e São Bernardo do Campo, além de Curitiba (PR). A carga horária é de 30 horas semanais e o Programa de Estágio contempla uma série de benefícios como assistência médica e odontológica, seguro de vida e participação nos lucros e resultados, além da bolsa-auxílio.

    Para se inscrever, basta acessar. Conduzido pela Feeta RH, o processo seletivo será encerrado no dia 19 de outubro.

     

    Fonte: http://www.feeta.com.br/

  • Jantar Prime Italian em prol do CPTI

    O Prime Italian realizará um Jantar Beneficente em prol do CPTI no dia 05 de outubro.

    Os convites podem ser adquiridos antecipadamente com o CPTI e no próprio restaurante.

    Participe e divulgue esse jantar, junto aos seus familiares, amigos e colegas de trabalho. Com essa ação você apoiará o desenvolvimento de muitas crianças. Apoie essa causa social!

    Informações e venda de convites:

    No CPTI com Franciele ou Fabíola (19) 3781-8093 / 7803-4443 / cpti@cpti.org.br – No Prime Italian com Adriana (19) 3226-5934.

     

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    APOIO

    EMPREGA CAMPINAS

  • Multinacional 3M recebe inscrições para programa de estágio em 2016

    São 75 oportunidades para diversas áreas em 3 unidades no estado de SP.
    Cadastro segue até 30 de setembro e aprovados começam em janeiro.

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    Empresa 3M tem oportunidades de estágio para a unidade em Sumaré

    A multinacional 3M recebe até 30 de setembro as inscrições para o programa de estágio 2016. Segundo a empresa, há 75 vagas em diversas áreas para as unidades de Sumaré (SP), Itapetininga (SP) e Ribeirão Preto (SP).

    Para participar do programa, o candidato deve ter inglês avançado e previsão de término da graduação entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017. Além disso, é preciso ter disponibilidade para trabalhar de 20 a 30 horas por semana e residir nas regiões das unidades.

    Segundo a multinacional, o interessado precisa estar matriculado em cursos como administração, ciências contábeis, economia, direito, estatística, comunicação social, publicidade e propaganda, marketing, engenharia (alimentos, computação, controle e automação, materiais, produção, elétrica, mecânica, mecatrônica, química), biologia, farmácia, química, relações internacionais e públicas ou sistemas da informação.

    As inscrições devem ser feitas no site da 3M. Os aprovados iniciam estágio em janeiro de 2016.

     

    Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/concursos-e-emprego

  • CPFL oferece 67 vagas para eletricista em Campinas e região

    Além do salário, a empresa oferece plano de saúde e odontológico, vale-refeição e transporte, seguro de vida e PLR

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    Possuir habilitação de trânsito para veículos do tipo C, D ou E será um diferencial na seleção

     

    A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), que atua na prestação de serviços de infraestrutura energética, está com vagas abertas para eletricistas com experiência em redes de energia elétrica. São 67 vagas abertas para início imediato, sendo 27 na cidade de Campinas, 24 em Americana e 16 em PiracicabaOs candidatos devem ter formação de eletricista profissional e experiência em construção de redes de energia elétrica ou subestações. Para participar do processo seletivo, é preciso ser maior de idade e disponibilidade para residir na cidade de trabalho. Possuir habilitação de trânsito para veículos do tipo C, D ou E é considerado um diferencial.

    Além do salário, a empresa oferece plano de saúde e odontológico, vale-refeição e transporte, seguro de vida e PLR (Participação nos Lucros e Resultados da empresa).Para se candidatar às vagas, é preciso enviar um currículo por e-mail para o endereço recrutaservicos@cpfl.com.br com o assunto “Currículo CCM”. Outras informações ou dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (19) 3756-8213.

    Fonte: http://correio.rac.com.br/
  • A pergunta fatal

    “O que você fez nos últimos meses para ampliar a sua fronteira de conhecimento?”

     

    Revendo os meus arquivos, descobri que há exatos dois anos escrevi sobre este tema que retomo hoje. Foram dois textos intitulados “As provocações de um Head Hunter – partes I e II”. Na época, a repercussão foi grande. Recebi muitos emails, comentando e (alguns) até reclamando da “crueldade” cometida por recrutadores armados com as mais duras perguntas em entrevistas. Aos meus alunos, quando discutimos o tema e algum cita o termo “crueldade”, digo que a famosa lei da oferta e da procura é a responsável por isso. Quando temos muitos candidatos e poucas vagas boas, a régua sobe e o nível de exigência também. E determinadas perguntas durante uma entrevista, separam claramente os homens dos meninos e os adultos das crianças.

    A pergunta a seguir é feita em quase todas as entrevistas para vagas de cargos de gestão, segundo minhas pesquisas e conversas com recrutadores:  – O que você fez nos últimos meses para ampliar a sua fronteira de conhecimento? Ela pode parecer cruel, como alguns acham, mas na minha humilde opinião é uma das perguntas mais inteligentes que se pode fazer a um candidato, porque ela dá pistas sobre várias competências e estilo de gestão de quem a responde.

    Que estamos em um mundo de constantes e rápidas mudanças, todos sabem. Que o conhecimento hoje se renova na velocidade do vento, todos também sabem. Mas são poucos, muito poucos, que hoje possuem um planejamento detalhado e uma disciplina militar para gerenciar e desenvolver novas competências, sejam elas técnicas, comportamentais ou de gestão. Afirmo isso com muita segurança, porque desde 2006 estudo o tema, ministro palestras e aulas. Tenho também o hábito de conversar com profissionais talentosos, ambiciosos e com potencial, mas observo que muitos gerenciam suas competências com muito amadorismo. Faço pessoalmente a pergunta acima para várias pessoas. E garanto, as respostas são quase sempre pouco convincentes.

    Já adianto que, para determinados tipos de perguntas, não se consegue engatar respostas prontas e politicamente corretas. Recrutadores experientes não são bobos e não caem nessa. Esse tipo de pergunta exige veracidade, autenticidade e profundidade. Ao responder que você desenvolveu uma nova competência nos últimos meses, não acredite que isso é suficiente. E se você for questionado sobre detalhes dessa competência, que estratégias usou para desenvolvê-la e onde a aplicou e com que resultados? Ou seja, não dá para ter resposta vaga e rasa. Seria um suicídio numa entrevista.

    Para se estar preparado, não só para esse tipo de pergunta, mas para o mundo atual e futuro, onde a atualização constante é uma regra básica, é necessário planejamento, foco e disciplina. Se você tem clareza dos seus objetivos profissionais, precisa entender quais são as demandas de competências para cada cargo que pretende ocupar. Além disso, precisa descobrir quais são as competências mais exigidas pelas empresas que possuem essas oportunidades. Isso se consegue através de várias fontes, como pessoas que ocupam ou já ocuparam esses cargos, por exemplo. Esse trabalho é árduo, mas extremamente valioso. Se você conseguir montar um mapa de competências (técnicas, comportamentais e de gestão) para as posições que você deseja, isso é quase meio caminho andado.

    Depois vem a tarefa mais legal e trabalhosa – desenvolver tais competências. Um erro básico que muitas pessoas cometem é o de achar que apenas conhecimento técnico é requisito suficiente. Quem pensa assim, apenas foca o desenvolvimento em cursos, diplomas e credenciais técnicas. Isso é importante, mas não é nem a metade da conversa. As competências comportamentais, às vezes tão ou mais importantes do que as técnicas, se desenvolvem de outras formas, tais como viagens, trabalhos voluntários, sessões de coaching e várias outras atividades de vivência que proporcionam novas experiências e contatos com diferentes realidades, que ampliam fortemente o nosso repertório, a nossa cultura geral e a nossa capacidade de liderar, motivar e engajar pessoas a uma causa ou um projeto empresarial. Fica a dica! Até o próximo!

     

    Prof. Marcelo Veras
    VERAS
  • Que valor você entrega no final do dia?

    “Uma pergunta que deve ser feita todo dia ao final do expediente”

     

    Na semana passada, assisti uma palestra de um amigo e parceiro, Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page, maior empresa de recrutamento do Brasil. Em certo momento da sua fala sobre gestão de carreira em tempos de crise, fez uma pergunta cruel aos presentes: – No final do dia, você é centro de custo ou de receita para a sua empresa? Em outras palavras, ele perguntou se cada um de nós realmente agrega valor para a empresa que trabalhamos ou não. Se neste momento, difícil para muitas empresas, estamos ajudando-a a sair da crise trazendo mais clientes, receita, ajudando a reduzir custos ou não. O silêncio foi perturbador. E para completar a “paulada”, concluiu dizendo que “quem não tem a resposta na ponta da língua, provavelmente está no primeiro grupo”. Mais uma vez, o silencio pôde ser ouvido.

    A palestra foi fantástica e provocou muitas reflexões nos presentes. Além dessa já citada, houve outra bem interessante.  Ele disse que, em situações de crise, muitos profissionais sucumbem e perdem o equilíbrio emocional. Conclusão: tem gente que manda muito bem quando os recursos são abundantes mas travam quando chega uma crise e tem que “tirar leite de pedra”. Uma frase dele que adorei foi a seguinte: – Na crise, separamos os adultos das crianças. E teve outra ainda melhor: –Quando a maré fica baixa, vemos que está vestido e quem está pelado.

    Outro dado interessante sobre o mercado de contratações em tempos de crise: Segundo ele, 80% das contratações hoje são feitas para substituições e apenas 20% para expansão de negócios. Sem crise, ele afirma que é o oposto – 80% das contratações para expansão e 20% para substituição. Ou seja, na crise as empresas demitem mais por desempenho, não apenas por uma mera questão de corte de custos, e vão ao mercado buscar um profissional com mais pegada, mais equilíbrio emocional, mais “mão na massa”, pessoas que entendem que na crise é preciso fazer mais, procurar mais oportunidades e trabalhar mais forte com seu time, gastando menos e vendendo mais ou ajudando a vender mais, independente da área em que se trabalha. Em momentos difíceis, não tem essa de achar que porque eu trabalho na área financeira ou na produção não preciso ajudar a vender. Precisa sim. Nesses momentos quem não fizer movimentos para ajudar o time de vendas a fazer mais negócios, entra na fila das demissões, independente da área em que trabalha.

    Esse deve ser o meu terceiro ou quarto texto sobre o momento que vivemos. Tenho acompanhado de perto os efeitos da crise na carreira de alunos, ex-alunos e pares do mercado. Por um lado, tenho visto muitas pessoas qualificadas perdendo o emprego. Por outro, conheço pessoas que, neste momento, estão recebendo mais propostas de emprego do que recebiam antes da crise. Paradoxal, não acha? Mas é fato. Sei que em muitos casos, talvez a maioria, as empresas estão cortando custos e cancelando projetos e investimentos, afetando pessoas envolvidas nos mesmos. Mas é enorme a quantidade de empresas que estão em busca desse perfil de profissional (casca grossa) para compor seus quadros nesse momento. Acredite, é verdade.

    Como já enfatizei aqui, as crises ensinam muito. O preço é alto, mas o aprendizado também. Portanto, independente de como você está profissionalmente nesse momento, é hora de refletir e tirar lições. A crise vai passar. Todas passam. Mas as lições precisam ser tiradas, para que na próxima crise possamos cometer novos erros, mas não os mesmos. Assim é a vida. Caímos, levantamos, caímos de novo e levantamos de novo. Só não dá para parar, muito menos desistir. Saiba que não há um único profissional de sucesso que não tenha colecionado alguns tombos. Ainda mais em um país como o Brasil, que ainda tem um caminho longo para se tornar um lugar mais estável e próspero. Não desanime nesse momento. Ao contrário, arregace as mangas e coloque a faca no dente. É hora de mostrar a sua força. Até o próximo!

     

    Prof. Marcelo Veras
    VERAS
  • Feira de Emprego oferece 200 vagas para diversas áreas em Campinas, SP

    Evento está marcado para esta quinta-feira na Faculdade Anhanguera 2.
    Programação tem palestras e inscrições para cursos gratuitos na instituição.

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    Faculdade Anhanguera realiza Feira de Emprego na unidade Via Norte (Foto: Roberto Lima/ Divulgação)

    A primeira edição da Feira do Emprego e da Empregabilidade, promovida pela Faculdade Anhanguera de Campinas (SP), ocorre nesta quinta-feira (27), das 9h às 22, na unidade Via Norte. O evento vai oferecer cerca de 200 vagas de emprego e estágio em diferentes áreas.

    Além de se candidatar as vagas, os participantes poderão assistir palestras sobre mercado de trabalho e empreendedorismo. Será possível, ainda, se inscrever em cursos de formação básica em informática, matemática e técnicas de redação, que serão oferecidos gratuitamente pela Instituição. Também haverá apoio para elaboração de currículo.

    A feira contará com a participação do Centro Público de Atendimento ao Trabalhador (CPAT), do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), além de agências de recursos humanos e empresas multinacionais.

    Serviço
    Feira do Emprego e da Empregabilidade
    Quando: 27 de agosto, das 9h às 22h
    Onde: Faculdade Anhanguera 2
    Endereço: Rua Pedro Gianfrancisco, 301, Parque Via Norte
    Entrada: gratuita

     

    Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/concursos-e-emprego

  • As melhores profissões para o futuro

    “Não acredito no futuro de carreiras fechadas”

     

    Quando iniciei a minha faculdade de engenharia química, em 1990, havia quatro engenharias clássicas (mecânica, elétrica, civil e química) e algumas “nascendo” (produção, alimentos, entre outras). Mas as clássicas eram as clássicas. No total, creio que não passava de 100 o número total de denominações de cursos superiores no Brasil, divididos entre ciências humanas, exatas e biológicas. Quando concluí o meu curso, já havia, só nas engenharias, 32 modalidades com 56 ênfases. Hoje, passam de 100. Surgiram engenharias como: petróleo, açucareira, genética, bioquímica e várias outras. Este processo não se deu apenas nas engenharias. Vários outros cursos engravidaram e pariram filhos com os mais diversos nomes, todos no caminho de uma especialização e um foco maior em alguma área de conhecimento.

    Não tenho nada contra o termo “especialização”, muito pelo contrário. Na medicina, por exemplo, isso é fundamental. Eu não gostaria de ser tratado de um problema sério no pulmão por um clínico geral. Nem você, concorda? Nesta área, sempre buscamos o maior especialista no assunto. Em outra carreira clássica, Direito, a especialização também é fundamental para uma carreira de sucesso. Mas Medicina e Direito são, na minha visão, as duas únicas carreiras que devem continuar com essa demanda de especialistas. Nas demais, creio que a conversa será outra.

    Desde 2009 bebo na fonte das tendências e gestão da inovação. O meu sócio e amigo Luis Rasquilha, hoje um dos caras que mais entende de futuro e inovação no mundo, desenvolveu um estudo chamado “o futuro das carreiras e as carreiras do futuro” e ministra palestras sobre o tema. Já o assisti falando sobre isso pelo menos cinco vezes. E a cada vez saio mais incomodado. Nesse estudo ele apresenta as 50 profissões do futuro. Veja, não estou falando de cursos do futuro, mas sim de carreiras do futuro. A pergunta que faço a mim mesmo ao final é sempre a mesma: “Que curso superior existe hoje que pode formar um profissional para fazer isso?”. A resposta é assustadora: quase nenhum. Mas saio sempre com algo a mais na cabeça: Uma convicção quase religiosa de que um profissional para lidar com essas demandas e oportunidades de carreira não pode ser um especialista, mas sim um generalista.

    Essa discussão é boa, longa e polêmica. É melhor ser um especialista ou um generalista? No caso de Medicina e Direito já dei a minha opinião. Nas demais carreiras, vou fazê-la agora, sem muitos preâmbulos.

    Quando olho para as tendências mapeadas para os próximos 20-30 anos, conhecimento que hoje tenho acesso fácil e contato frequente, entendo claramente que muitos produtos, serviços, negócios e, por consequência, demanda por profissionais, ainda não foram sequer inventados. Talvez mais de 50% das coisas que vamos comprar, das empresas que vão existir e das atividades profissionais ainda não foram inventadas. E quem chega a essa conclusão constrói rapidamente uma convicção: “Por que vou me especializar em algo se não tenho certeza que isso vai existir no futuro?”. O açúcar, como conhecemos hoje, vai existir no futuro? A fonte de energia do futuro será o petróleo? Se isso tudo virar peça de museu, o que acontecerá com alguém formado em engenharia açucareira ou de petróleo? Obviamente esses profissionais não vão morrer, mas terão que desenvolver novos conhecimentos e mudar de área. Isso não é o fim do mundo, mas vai dar muito trabalho.

    O tema é longo e o espaço limitado. Portanto quero deixar apenas uma reflexão e uma provocação para que você pense no assunto, busque mais informações e tire suas conclusões. Mas a minha visão é muito clara sobre isso. Acho que, no futuro, a competência mais demandada será a que chamo de “capacidade de aprender a aprender”. Ou seja, como as mudanças virão cada vez mais disruptivas, sobreviverá e crescerá aquele profissional que for um bom generalista e que possa transitar por várias carreiras e profissões quando surgir uma nova oportunidade, aprendendo rapidamente o que tiver que ser aprendido. Nesse sentido, a minha recomendação é que se busque profissões cada vez mais amplas e menos especializadoras. Até o próximo!

     

    Prof. Marcelo Veras
    VERAS