Autor: Portal Emprega

  • 10 dicas para buscar emprego pelas redes sociais

    10 dicas para buscar emprego pelas redes sociais

    Quase 90% dos recrutadores usam esses sites para obter informações, e nem sempre gostam do que veem

     

    A maioria dos recrutadores checa as redes sociais de quem procura emprego atualmente e isso, que deveria ajudar os candidatos, muitas vezes os tira da jogada.

    Segundo a consultoria Reed, as redes sociais ajudaram um a cada seis candidatos a conquistarem seus empregos atuais, sendo que LinkedIn (93%), Facebook (66%) e Twitter (54%) são as mais consultadas.

    Dos 89% de recrutadores que usam esses sites como base, 78% desaprovam postagens sobre drogas ilícitas, tendo conteúdo sexual (66%), erros gramaticais (54%) e consumo de álcool (47%) na sequência do que não querem ver de seus possíveis empregados.

    Confira dez dicas sobre como se comportar para maximizar suas chances usando as redes:

    LinkedIn:

    1) Atualize seu perfil e ponha o link no currículo. Seja honesto e consistente quanto às informações postadas ali;
    2) Siga empresas e se una a grupos dentro da sua área de atuação. Compartilhe e comente em notícias para mostrar conhecimento e entusiasmo;
    3) Crie um currículo online e não esqueça de ligá-lo ao seu perfil;
    4) Obtenha recomendações e as deixe visíveis.

    Twitter:

    5) Mantenha uma foto apresentável no perfil;
    6) Mostre sua experiência a recrutadores, falando diretamente com eles pelo @perfil, mas evite qualquer erro;
    7) Tuíte sua busca por emprego usando hashtags, ‘linkando’ sempre o link do currículo.

    Facebook:

    8) Como no Twitter, mantenha uma foto compatível com o ambiente corporativo;
    9) Delete fotos e postagens com conteúdo incriminatório;
    10) Informe seus amigos sobre sua busca por emprego e peça por referências.

     

    jobhunting

     

    Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/10-dicas-para-usar-redes-sociais-na-busca-por-um-emprego

  • Aviso prévio cumprido em casa não tem validade

    Aviso prévio cumprido em casa não tem validade

    SEM JUSTA CAUSA

    Aviso prévio cumprido em casa não tem validade

    A determinação empresarial para que o empregado cumpra o aviso prévio em casa contraria expressa disposição legal, devendo, portanto, ser desconsiderado. Esse foi o entendimento aplicado pela 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais, que ordenou que uma empresa conceda novo aviso prévio ao trabalhador demitido, com pagamento de indenização, conforme previsto em norma coletiva.

    No caso, o ex-empregado contou que foi comunicado de sua dispensa sem justa causa no dia 19 de abril, devendo cumprir o aviso prévio até o dia 21 de maio. Mas, no dia 30 de abril, recebeu determinações de que cumprisse o restante do período em casa, com pagamento normal do salário.

    A empresa negou o fato, apresentando os cartões de ponto que comprovam o regular comparecimento do funcionário ao trabalho durante o aviso prévio. Porém, de acordo com testemunhas, o trabalhador cumpriu o aviso por uma semana e, depois disso, não mais compareceu à empresa. De acordo com os depoimentos, durante o período do aviso prévio o ponto do trabalhador era batido manualmente por outra funcionária, que tinha a mesma função.

    Diante dessas evidências, a juíza convocada Taisa Maria Macena de Lima, relatora, considerou que trabalhador se desincumbiu do seu ônus de demonstrar as irregularidades do cartão de ponto. E advertiu: “A atitude empresarial de fraudar, de forma deliberada, os cartões de ponto, é uma afronta ao princípio da boa-fé processual e poderia, inclusive, incidir em multa”.

    A juíza manteve a sentença que descaracterizou o aviso cumprido em casa, conforme determina a cláusula 34º da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, determinando a concessão de novo aviso, de forma indenizada. O voto da juíza foi seguido por unanimidade na Turma. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-3.

    0001116-73.2012.5.03.0111 RO

     

    Fonte: http://www.conjur.com.br/2013-jun-05/aviso-previo-cumprido-casa-nao-validade-legal

  • Empresas prometem “riqueza fácil” e usam esquema pirâmide.

    Empresas prometem “riqueza fácil” e usam esquema pirâmide.

    A promessa era enriquecimento rápido. Mas, em vez disso, o estudante de administração Gustavo Warmling, 23, teve prejuízo de R$ 2.000 depois de se cadastrar como vendedor de uma suposta empresa no ano passado.

    Leia toda a matéria em: http://folha.com/no1247952
    FIQUEM ATENTOS! Em caso de receberem alguma vaga suspeita, entrem em contato conosco através do e-mail contato@empregacampinas.com.br.
    Atenciosamente,
    EQUIPE EMPREGA CAMPINAS

  • Cresce o número de alunos que optam por cursos à distância

    Cresce o número de alunos que optam por cursos à distância

     

    Cresce o número de alunos que optam por cursos à distância

    Uma das vantagens é a flexibilidade de horários para estudar

     

     

    Muitas universidades, atualmente, dão a opção para que o aluno faça cursos à distância. Mais de 23% das bolsas do PROUNI (Programa Universidade Para Todos) são destinados a esse tipo de método de ensino. Mas, apesar da praticidade, será que o curso à distância é a melhor alternativa? O Hoje em Dia esclarece essa e outras dúvidas a respeito da escolha de faculdades e do curso ideal.

    Algumas pessoas optam pelo método à distância para tentar conciliar o curso com o trabalho. Outra vantagem é que o aluno pode escolher quanto tempo irá se dedicar nos estudos. Além disso, o curso fora das salas de aula é ideal para aqueles que desejam economizar; pois é bem mais barato que os cursos tradicionais.

     

    Assista o vídeo no site:

    http://entretenimento.r7.com/hoje-em-dia/noticias/cresce-o-numero-de-alunos-que-optam-por-cursos-a-distancia-20130124.html

     

     

  • O EAD no Brasil evolui e melhora a aceitação do mercado

    O EAD no Brasil evolui e melhora a aceitação do mercado

     

    O EAD no Brasil evolui e melhora a aceitação do mercado

    O panorama da educação à distância indica boas perspectivas para os próximos anos. A adesão tem aumentado e a qualidade dos cursos tem se aprimorado e os empregadores começam a ver esse tipo de formação com outros olhos.

    Nos últimos anos, tem-se visto um grande destaque para a educação a distância no Brasil. Isso se deve, principalmente, à evolução tecnológica. A tecnologia da informação, bem como a sua popularização, proporcionou a facilidade na troca de informações a distância, permitindo um aprimoramento nessa modalidade de ensino. Embora esteja em alta e pareça algo relativamente novo (em virtude da tecnologia associada), essa modalidade já existe há muito tempo, conforme se verá a seguir.

    Em 1904, algumas escolas internacionais, privadas, ofereciam cursos pagos, por correspondência. Em 1934, Edgard Roquette-Pinto cria a Rádio-Escola Municipal, no Rio de Janeiro, em que os estudantes tinham acesso a folhetos e esquemas de aulas antecipadamente, além de troca de correspondência também. Em 1941 surge a primeira Universidade do Ar, que durou até 1944 e resurgiu, patrocinada pelo SENAC, SESC e emissoras associadas, em 1947. Nessa época cria-se, ainda, o Instituto Universal Brasileiro, que oferecia cursos profissionalizantes por correspondência. Já na década de 1970, a Fundação Roberto Marinho cria telecursos, para supletivo de ensino fundamental e médio, com transmissão de aulas televisionadas e apostilas, que existem até hoje. Tais experiências foram bem-sucedidas, mas não tiveram boa aceitação por parte do governo e da sociedade; não eram vistas com bons olhos, mas como ineficientes, como educação de baixa qualidade, por se diferenciar do tradicional (sala de aula, aluno, professor).

    Entretanto, atualmente, a adesão a essa modalidade de ensino tem crescido substancialmente, mais até do que ao ensino presencial. O governo, então, criou leis para regulamentar a atuação das instituições nessa modalidade, criando até mesmo, em 1996, a Secretaria da Educação a Distância, que, segundo o portal do MEC, “atua como um agente de inovação tecnológica nos processos de ensino e aprendizagem, fomentando a incorporação das tecnologias de informação e comunicação (TICs) e das técnicas de educação a distância aos métodos didático-pedagógicos. Além disso, promove a pesquisa e o desenvolvimento voltados para a introdução de novos conceitos e práticas nas escolas públicas brasileiras”.

    Desde a regulamentação da modalidade no país, por meio do Decreto federal n° 5.622/05, a qualidade subiu muito. O MEC, por meio da Portaria n 4.059, de 2004, permitiu às instituições de ensino superior introduzir, em sua grade, até 20% de disciplinas nessa modalidade. E muitas o fizeram. Grandes instituições de ensino já possuem graduação, pós-graduação, cursos de aperfeiçoamento e extensão a distância, graças à demanda, que tem crescido muito nos últimos tempos. A busca por melhorias rápidas na carreira, a falta de tempo e a distância fazem com que um número cada vez maior de pessoas adotem essa modalidade em sua formação.

    Embora ainda exista certo preconceito, por parte de alguns empregadores, que veem profissionais formados em cursos a distância como menos qualificados, a tendência é o crescimento e, mais do que isso, desenvolvimento da educação a distância no país. A regulamentação, por meio de leis, da modalidade contribuiu para a melhoria da qualidade e, consequentemente, para aceitação por parte da sociedade. A evolução da tecnologia da informação tornará (ou já torna) a educação a distância uma tendência, que se relaciona também com a correria das grandes cidades e a dificuldade de acesso físico à universidade de pessoas que moram em regiões mais isoladas. Se isso contribuir para a democratização da educação e da cultura, que sejam, então, bem-vindas as mudanças.

  • LEIA COM ATENÇÃO!

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