“Eu ainda fico com as carreiras clássicas”





Muitas vezes faço essa pergunta em meus workshops e obtenho respostas diversas. Para muitas pessoas o conceito de perder dinheiro é, compreensivelmente, assustador. Há uma razão simples para isso. Eles têm uma mentalidade de escassez e não de abundância.
Nesta mentalidade, perder dinheiro se torna um medo, mas você deve se lembrar de que você sempre pode fazer mais dinheiro, mas isso simplesmente não é verdade quanto ao tempo. A realidade é que você nunca poderá voltar no tempo, seja por uma hora, dia ou ano que tenha sido desperdiçado, você nunca poderá obtê-lo de volta. O dinheiro pode ser alavancado, ganho de volta, substituído e crescer até um ponto em que você não fique sempre se lembrando de sua perda, mas o tempo – este é finito. Na vida, você só tem alguns minutos.
O medo de perder dinheiro é um fator importante para manter muitos empresários avançando, mas quando você entender que o tempo é o único bem finito, você poderá colocar esse medo em segundo plano. Um empresário tem a probabilidade de assumir riscos mais inteligentemente se ele não tiver esse medo. Perguntas como “e se essa ideia não funcionar”, “e se esta for à decisão errada”, “e se…”, e se for muito mais fácil responder a essas perguntas quando você sabe que sempre poderá fazer com que tenha de volta o que investiu com uma decisão. Sim, devemos avaliar nossas decisões, devemos testar e medir, mas também temos de ser decididos, assumir riscos e seguir em frente e o medo de perder dinheiro pode nos impedir de ser decisivos.
Mas então você poderá perguntar: tempo não é igual a dinheiro?
Visto assim, portanto, você deve gastá-lo. O seu tempo estará sendo gasto movendo o negócio para frente, ou fazendo você se sentir bem, se você colocar para fora um monte de “a fazer” que não forem vitais para o sucesso do seu negócio. Você foca o seu tempo em atividades lucrativas, no crescimento do negócio, em oportunidades de negócios, ou você está em um modo reativo?
O modo reativo geralmente desperdiça tempo, enquanto o modo proativo oferece a você a escolha de como e quando você vai gastar o seu tempo e a compreensão do que é mais importante, tempo ou dinheiro, e que poderá ajudá-lo, finalmente, a fazer a sua escolha de como você gasta seu tempo.
Pergunte a si mesmo em cada tarefa que você fizer: essa atividade está me aproximando a um aumento de receita ou lucratividade? Se não, pare com isso ou delegue a tarefa.
E lembre-se, o tempo é insubstituível – como um tesouro, gaste-o, mas certifique-se de obter um retorno sobre seu investimento.


Pensei em fazer uma matéria sobre gestão do tempo no trabalho, mas decidi adaptar uma nota escrita por John Niland sobre o uso de seu tempo fora do trabalho.
HORA DO JOGO:
A qualidade de vida do proprietário de uma empresa e o sucesso do negócio é fortemente dependente de fontes de energia e inspiração fora do local de trabalho. Essas atividades e relações são agradáveis, por si próprias, e são vitais para a manutenção do bem-estar físico, mental, espiritual e emocional.
1. Faça 20 minutos de exercícios físicos (natação, ciclismo, corrida, etc.), imediatamente após o trabalho. Em poucas semanas você vai se divertir, e isso serve como um ‘desligar’ depois de um dia de trabalho, além de gerar mais energia.
2. Considere a possibilidade de acabar com qualquer relação que é sempre tira o seu sono, o deixa para baixo ou que fica drenando você. Procure ajuda profissional e aconselhamento (mais cedo ou mais tarde). Faça o que fizer, resolva isso.
3. Fale sempre a verdade, como você a vê. Não vale a pena mentir ou exagerar.
4. Reserve os feriados e tempo para o planejamento da sua agenda para o ano seguinte. Só iremos planejar se tivermos planejado um tempo para planejar.
5. Verifique se o seu carro está em condições confiáveis, se não precisa de reparos, limpeza ou algum trabalho mecânico.
6. A não ser que fazer reparos seja um hobby divertido para você, não perca fins de semana consertando as coisas ou substituindo aparelhos que não funcionam. Contrate alguém para fazer os reparos.
7. A menos que você gosta de jardinagem, considere a contratação de um jardineiro.
8. Levante há mesma hora todos os dias – mesmo nos finais de semana. Eventualmente, você não vai precisar de um despertador, e o tempo extra que você terá nos fins de semana poderá ser usado para relaxamento e lazer.
9. Elimine de seu círculo de amizade as pessoas que o criticam, julgam ou tentam mudá-lo. Tentar agradar aos outros é um enorme desperdício de tempo.
10. Evite ser excessivamente indulgente em relação aos exageros de comida ou bebida, o que o deixará apático e de ressaca – com menos energia.
11. Passe algum tempo a cada ano escrevendo/revisando uma declaração de missão ou propósito de vida. Você vai se divertir mais, tomar melhores decisões e fazer muito melhor uso do tempo, quando for claro para você qual é o seu sentido pessoal e profissional. Quando você ama o que você faz, você nunca terá que trabalhar novamente.
12. Evite ficar navegando à toa na internet. Se você TEM que usá-la, é aconselhável manter uma lista de sites que deseja visitar, espere até juntar pelo menos três, e, em seguida, limite o seu tempo online. Muitos clientes têm economizado uma hora por dia nisso por si só é cinco horas por semana, mais de 200 horas de trabalho por ano, o que é mais do que muitos profissionais tiram de férias anuais!
13. Familiarize-se com fóruns e comunidades online, o que permitirá que você mantenha contato com muitas pessoas ao mesmo tempo, e também permitirá que você faça novos amigos.
14. Consiga um amigo para ir à natação ou um parceiro de treino para que o seu compromisso para com eles se sobreponha à tentação de ficar na cama ou no escritório.
HORA DO DESCANSO:
1. Relaxamento após um dia agitado é um verdadeiro desafio para muitos empresários. O cansaço provoca erros, desatenção, frustração e desorganização, por sua vez, também leva as mais longas horas de trabalho, o que agrava ainda mais o problema. Os donos de empresas que estão bem descansados não são apenas mais produtivos, eles inspiram um melhor relacionamento com clientes e colegas.
2. Evite invalidar um dia de folga, abrindo uma pasta, ligando o computador, visitando o escritório ou lendo a sua agenda. O objetivo de um dia de folga é ficar totalmente longe do negócio.
3. Contrate um faxineiro para que a sua casa esteja limpa e arrumada. Não perca tempo fazendo tarefas domésticas. Da mesma forma, você pode delegar a lavanderia, o passar das roupas e as compras?
4. Quando você quiser se desligar, coloque o telefone em uma secretária eletrônica que você não possa ouvir.
5. Vá para a cama mais cedo (ou mais tarde), de modo que o momento do seu sono seja o ideal para você. Ao invés de compromisso com os outros membros da família, peça o seu apoio, se necessário.
6. Priorize a eliminação de todas as dívidas, exceto as que garantem sua propriedade. Corte despesas se necessário, para garantir que você viva dentro de sua renda. A preocupação financeira é uma causa frequente de noites sem dormir.
7. Tenha consultas regulares com o seu médico, oftalmologista, fonoaudiólogo e dentista.
8. Reveja os jornais e revistas que você lê. São estes realmente inspiradores ou relaxantes, ou você se alimenta compulsivamente em uma dieta de material deprimente?
9. Evite assistir televisão, a menos que você tenha um programa específico que você deseje assistir. Ver TV aleatoriamente é como um ‘chiclete para os olhos’ e contribui muito pouco para a qualidade de vida.
10. Limpe a desordem de sua vida. Sejam os seus arquivos antigos ou roupas velhas, que ocupam tanto espaço em nossas cabeças e nossas vidas. Se você estiver em dúvida sobre isso, basta escolher um quarto, o esvazie e veja o que acontece!
11. Pode ser difícil se ajustar a um período de férias, se eles forem muito raros. Planeje pelo menos 4 semanas de férias a cada ano, e coloque as datas em sua agenda.
12. Faça as pazes com alguém que você feriu, magoou ou ofendeu. Isso permitirá que você recupere horas desperdiçadas se sentindo culpado.
13. Passe pelo menos 20 minutos todos os dias em profundo relaxamento, meditação ou outras atividades pacíficas ou espirituais. Isto lhe dará novas perspectivas e fará todas as outras atividades mais agradáveis.
14. Antes de se sentar para relaxar ou jogar, remova todos os vestígios de trabalho da sua sala de estar, quarto ou outro ambiente.
Investir em equipamentos/aparelhos que economizem seu trabalho em sua casa e (se possível) contrate alguém para usá-los!

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“Era uma vez quatro pessoas que se chamavam Todo o Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém. Havia um importante trabalho para ser feito e Todo o Mundo acreditava que Alguém é que iria executar. Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém ficou aborrecido com isso, porque entendia que a execução do trabalho era responsabilidade de Todo o Mundo. Este pensou que Qualquer Um poderia executá-lo, mas Ninguém imaginou que Todo o Mundo não faria. Todo o Mundo culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.”
Esta história reproduzida do livro “O que podemos aprender com os Gansos” do brasileiro Alexandre Rangel, é particularmente elucidativa ao descrever alguns problemas da atividade humana, tais como, a capacidade de assumir compromissos coletivamente, distribuição de responsabilidades e, possivelmente, numa arte difícil mas indispensável, a Comunicação.
Tirando mais algumas lições da história:
Aplicar as técnicas de mediação nas organizações permite não apenas conhecê-las melhor, como trabalha-las melhor a partir de dentro. As organizações são feitas de pessoas e, consequentemente das percepções e emoções dessas pessoas, que por sua vez são determinadas por padrões culturais, sociais e de comportamento.
Estes padrões, muitas vezes impedem que se veja a realidade no seu todo, mas apenas numa só das facetas, sempre redutora. A mediação é um forma multifacetada de comunicação que permite capacitar os indivíduos para as suas responsabilidades na resolução dos seus problemas, ou seja, confere-lhes a capacidade de, depois de perceberem as suas emoções e as dos demais, de desbloquearem e limparem os canais de comunicação, para encontrarem a sua solução. Mediar implica corresponsabilizar os intervenientes no problema pela obtenção da solução que satisfaça os interesses de todos. E isto só se obtém se abandonarmos o paradigma da culpa para passarmos a adotar o do compromisso e o da responsabilidade pela tomada de decisões. Mediar implica encontrar soluções conjuntas mediante compromissos construídos no processo de comunicação segundo a atitude ganhar-ganhar, não tendo simplesmente que se aceitar decisões impostas por terceiros com uma legitimidade imposta por estatutos formais ou burocráticos.
Melhorar a capacidade de comunicação interna e externa é fator indispensável de sucesso de uma organização pela retenção das equipes e qualidade de construir relações!


Proatividade é uma das características mais demandadas pelas empresas e, seguramente, uma das maiores responsáveis pelo crescimento na carreira.
Pessoas proativas estão alertas para identificar o que precisa e deve ser feito, e agem de maneira comprometida, assumindo a responsabilidade pelos resultados dessas ações.
O profissional proativo age para modificar as circunstâncias, independentemente de elas serem ou não originadas por ele. Sua postura consiste em pensar e agir com a lógica: “Certamente existe algo importante que eu posso fazer sobre isso”.
Esses profissionais não esperam que as coisas aconteçam para depois reagir; estão sempre atentos para as tendências e repercussões das ações do dia a dia, propondo soluções que evitem o surgimento de problemas, antecipando, hoje, ações que seriam inevitáveis amanhã. Muitas pessoas não encontram as soluções por que nem sequer reconhecem os problemas.
Enquanto os proativos agem, os reativos esperam; a diferença de performance é evidente; por acreditar nesse princípio separamos 6 dicas que se aplicadas de forma correta poderão lhe tirar da posição de reativo para proativo:
1. Não espere que as coisas aconteçam para somente então agir, se antecipe, crie possibilidades e busque aplica-las;
2. Enfatize a importância das coisas, pense em cada tarefa como sendo única e dê o seu melhor na realização dela;
3. Parta da filosofia de “pessoas importantes fazendo coisas importantes”;
4. Busque a companhia de pessoas igualmente ou mais proativas que você;
5. Só peça ajuda quando tiver esgotado o que poderia fazer por conta própria;
6. Fortaleça sua reputação de alguém sempre em busca de soluções, alguém que efetivamente agrega valor.
Lembre-se, ser proativo é anteceder-se as adversidades, portanto a administração dos seu tempo e planejamento são fatores vitais que viabilizam sua proatividade!
Seja um PROFISSIONAL completo!

A maioria dos recrutadores checa as redes sociais de quem procura emprego atualmente e isso, que deveria ajudar os candidatos, muitas vezes os tira da jogada.
Segundo a consultoria Reed, as redes sociais ajudaram um a cada seis candidatos a conquistarem seus empregos atuais, sendo que LinkedIn (93%), Facebook (66%) e Twitter (54%) são as mais consultadas.
Dos 89% de recrutadores que usam esses sites como base, 78% desaprovam postagens sobre drogas ilícitas, tendo conteúdo sexual (66%), erros gramaticais (54%) e consumo de álcool (47%) na sequência do que não querem ver de seus possíveis empregados.
Confira dez dicas sobre como se comportar para maximizar suas chances usando as redes:
LinkedIn:
1) Atualize seu perfil e ponha o link no currículo. Seja honesto e consistente quanto às informações postadas ali;
2) Siga empresas e se una a grupos dentro da sua área de atuação. Compartilhe e comente em notícias para mostrar conhecimento e entusiasmo;
3) Crie um currículo online e não esqueça de ligá-lo ao seu perfil;
4) Obtenha recomendações e as deixe visíveis.
Twitter:
5) Mantenha uma foto apresentável no perfil;
6) Mostre sua experiência a recrutadores, falando diretamente com eles pelo @perfil, mas evite qualquer erro;
7) Tuíte sua busca por emprego usando hashtags, ‘linkando’ sempre o link do currículo.
Facebook:
8) Como no Twitter, mantenha uma foto compatível com o ambiente corporativo;
9) Delete fotos e postagens com conteúdo incriminatório;
10) Informe seus amigos sobre sua busca por emprego e peça por referências.


Muitas universidades, atualmente, dão a opção para que o aluno faça cursos à distância. Mais de 23% das bolsas do PROUNI (Programa Universidade Para Todos) são destinados a esse tipo de método de ensino. Mas, apesar da praticidade, será que o curso à distância é a melhor alternativa? O Hoje em Dia esclarece essa e outras dúvidas a respeito da escolha de faculdades e do curso ideal.
Algumas pessoas optam pelo método à distância para tentar conciliar o curso com o trabalho. Outra vantagem é que o aluno pode escolher quanto tempo irá se dedicar nos estudos. Além disso, o curso fora das salas de aula é ideal para aqueles que desejam economizar; pois é bem mais barato que os cursos tradicionais.
Assista o vídeo no site:

O panorama da educação à distância indica boas perspectivas para os próximos anos. A adesão tem aumentado e a qualidade dos cursos tem se aprimorado e os empregadores começam a ver esse tipo de formação com outros olhos.
Nos últimos anos, tem-se visto um grande destaque para a educação a distância no Brasil. Isso se deve, principalmente, à evolução tecnológica. A tecnologia da informação, bem como a sua popularização, proporcionou a facilidade na troca de informações a distância, permitindo um aprimoramento nessa modalidade de ensino. Embora esteja em alta e pareça algo relativamente novo (em virtude da tecnologia associada), essa modalidade já existe há muito tempo, conforme se verá a seguir.
Em 1904, algumas escolas internacionais, privadas, ofereciam cursos pagos, por correspondência. Em 1934, Edgard Roquette-Pinto cria a Rádio-Escola Municipal, no Rio de Janeiro, em que os estudantes tinham acesso a folhetos e esquemas de aulas antecipadamente, além de troca de correspondência também. Em 1941 surge a primeira Universidade do Ar, que durou até 1944 e resurgiu, patrocinada pelo SENAC, SESC e emissoras associadas, em 1947. Nessa época cria-se, ainda, o Instituto Universal Brasileiro, que oferecia cursos profissionalizantes por correspondência. Já na década de 1970, a Fundação Roberto Marinho cria telecursos, para supletivo de ensino fundamental e médio, com transmissão de aulas televisionadas e apostilas, que existem até hoje. Tais experiências foram bem-sucedidas, mas não tiveram boa aceitação por parte do governo e da sociedade; não eram vistas com bons olhos, mas como ineficientes, como educação de baixa qualidade, por se diferenciar do tradicional (sala de aula, aluno, professor).
Entretanto, atualmente, a adesão a essa modalidade de ensino tem crescido substancialmente, mais até do que ao ensino presencial. O governo, então, criou leis para regulamentar a atuação das instituições nessa modalidade, criando até mesmo, em 1996, a Secretaria da Educação a Distância, que, segundo o portal do MEC, “atua como um agente de inovação tecnológica nos processos de ensino e aprendizagem, fomentando a incorporação das tecnologias de informação e comunicação (TICs) e das técnicas de educação a distância aos métodos didático-pedagógicos. Além disso, promove a pesquisa e o desenvolvimento voltados para a introdução de novos conceitos e práticas nas escolas públicas brasileiras”.
Desde a regulamentação da modalidade no país, por meio do Decreto federal n° 5.622/05, a qualidade subiu muito. O MEC, por meio da Portaria n 4.059, de 2004, permitiu às instituições de ensino superior introduzir, em sua grade, até 20% de disciplinas nessa modalidade. E muitas o fizeram. Grandes instituições de ensino já possuem graduação, pós-graduação, cursos de aperfeiçoamento e extensão a distância, graças à demanda, que tem crescido muito nos últimos tempos. A busca por melhorias rápidas na carreira, a falta de tempo e a distância fazem com que um número cada vez maior de pessoas adotem essa modalidade em sua formação.
Embora ainda exista certo preconceito, por parte de alguns empregadores, que veem profissionais formados em cursos a distância como menos qualificados, a tendência é o crescimento e, mais do que isso, desenvolvimento da educação a distância no país. A regulamentação, por meio de leis, da modalidade contribuiu para a melhoria da qualidade e, consequentemente, para aceitação por parte da sociedade. A evolução da tecnologia da informação tornará (ou já torna) a educação a distância uma tendência, que se relaciona também com a correria das grandes cidades e a dificuldade de acesso físico à universidade de pessoas que moram em regiões mais isoladas. Se isso contribuir para a democratização da educação e da cultura, que sejam, então, bem-vindas as mudanças.