Categoria: Carreira

  • 10 dicas para se tornar um profissional de sucesso

    10 dicas para se tornar um profissional de sucesso

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    Leia a matéria completa em: http://goo.gl/SdMB0J

  • Como reconhecer a hora de mudar

    Como reconhecer a hora de mudar

    mudar

    “Só mude quando tiver resposta clara para duas perguntas”

     

    Esta semana recebi um email (bem longo) de um assíduo leitor. Ele me relatou uma situação profissional que está vivendo e que o fez me perguntar, ao final do mesmo, se está ou não na hora de mudar os rumos da sua carreira. Os fatos nem interessam, mas o ponto é que, assim como muitos que conheço, ele está incomodado com a sua situação atual e com as suas perspectivas futuras. Neste caso específico, ele ainda me questiona e pede a minha opinião sobre a possibilidade de não procurar outro emprego e abrir o seu próprio negócio, no mesmo ramo em que trabalha e conhece bem.

    Confesso que me sinto bastante incapaz quando recebo uma consulta como esta. Embora me sinta lisonjeado pela confiança e respeito quando alguém pede a minha opinião, é muito complicado opinar sobre a vida e a carreira de alguém. Se já é difícil com amigos e pessoas mais próximas, é ainda mais com pessoas mais distantes e que não conhecemos bem. Mas, como não posso me eximir de uma resposta, preferi dá-la neste texto e de forma mais genérica, até porque acredito que muitos podem estar passando pelo mesmo dilema.

    Bom, na minha carreira profissional eu mudei várias vezes. As primeiras foram muito sofridas, confesso. O medo de tomar a decisão errada ou de me arrepender era do tamanho do litoral brasileiro. Nem contei quantas horas de sono perdi em cada uma delas. A partir de um determinado momento, quando vi que a mudança está mais para uma roupa que usa todo dia do que em ocasiões especiais, decidi criar os meus indicadores pessoais para saber qual é a hora certa de mudar e como executar esta mudança, sem medo de arrependimento e sem a menor chance de voltar atrás.

    Vamos ao primeiro indicador – a hora de mudar. Vou ser muito assertivo e quase matemático. Para mim, o melhor indicador para saber se a minha situação profissional é boa e se devo continuar onde estou é o tempo que levo para dormir depois de um dia de trabalho e a vontade de ir trabalhar no dia seguinte. Se você perde continuamente minutos de sono por causa do trabalho e se sente sem a menor vontade de retomá-lo no dia seguinte, já deu. Se isso acontece uma vez ou outra, pode até ser um fato isolado e passageiro. Mas se acontece continuamente, chegou a hora de mudar. Nem todos concordam com isso, mas este é meu indicador número 1. Quando o trabalho nos rouba horas de sono chegou a hora de mudar.

    Até esta conclusão, vários chegam. Ouço de muitas pessoas que já concluíram que precisam mudar ou que decidiram mudar. Mas aí vem a segunda questão, onde a maioria trava, não consegue resolver e fica se violentando onde está. Refiro-me à consciência que precisamos ter de que a mudança é necessária e, portanto, ela deve ser feita, independente do risco de dar certo ou não. Se eu não quero ficar onde estou e como estou, preciso arriscar. Se der certo, ótimo. Se der errado, pelo menos saí do meu estado atual, que me aprisionava na infelicidade. Esta certeza absoluta de que não quero mais viver como vivo hoje é um ingrediente obrigatório para o sucesso em mudanças. A primeira coisa que deve estar na nossa consciência é isso.  – Não quero mais isso para mim e ponto. É quase como usar aquela frase “pior do que está não vai ficar”. É claro que sempre é possível que as coisas piorem, mas a certeza de que não quero mais o que tenho hoje, nos dá uma força enorme durante a mudança. E isso ajuda muito a fazer “o novo” dar certo, por mais arriscado que seja. Esta segunda decisão nos dá uma importante clareza de que o risco faz parte da mudança. Ele precisa ser calculado e assumido. Este é o mundo dos adultos – decidir, fazer escolhas, fazer renúncias, colher os frutos e pagar o preço. Quero continuar onde como estou? Sim ou não. Conheço e estou disposto a correr os riscos da mudança? Sim ou não. Responda e mude. Só assim evoluímos. Só assim crescemos, como profissionais e como pessoas. Até o próximo!

     

    Prof. Marcelo Veras
    VERAS
  • A verdade sobre o auxílio-reclusão

    A verdade sobre o auxílio-reclusão

    reclusão

    Nestes tempos de redes sociais muitas notícias úteis se espalham, mas isso também ocorre com algumas inverdades.

    Muito se fala sobre “o dinheiro que o governo paga quando a pessoa vai presa, maior que um salário mínimo!”; tal comentário faz alusão ao auxílio-reclusão.

    Entretanto, é importante dizer que este auxílio não é um dinheiro que o governo dá para quem está preso, mas um benefício pago aos dependentes do segurado da previdência social quando este é preso, seja trabalhador urbano ou rural:

                    Lei 8.213/91:

    Art. 80. O auxílio-reclusão será devido, nas mesmas condições da pensão por morte, aos dependentes do segurado recolhido à prisão, que não receber remuneração da empresa nem estiver em gozo de auxílio-doença, de aposentadoria ou de abono de permanência em serviço.

    Parágrafo único. O requerimento do auxílio-reclusão deverá ser instruído com certidão do efetivo recolhimento à prisão, sendo obrigatória, para a manutenção do benefício, a apresentação de declaração de permanência na condição de presidiário.

     

    Portanto, já desfazemos o primeiro mito: quem recebe o auxílio-reclusão não é o preso, mas seus dependentes.

    Desfazendo o segundo, temos que nem toda pessoa que é presa recebe o auxílio-reclusão, mas somente aquele que, a época da prisão, possuía qualidade de segurado.

    Não bastando estes dois requisitos, ainda temos que os dependentes, para fazerem jus ao benefício, devem ser de baixa renda

    Por fim, vale dizer que o governo não dá o dinheiro a essas famílias, mas estas recebem do INSS que é um seguro social, ou seja: a pessoa presa contribuiu para Previdência e por isso recebe, não se tratando de um benefício social do governo como o “Bolsa Família”, por exemplo.

    O valor máximo do benefício para este ano de 2013 é de R$ 971,78. Entretanto, se o preso recebia um salário menor que este valor quando recolhido, sua família receberá de acordo com este último – vale dizer que a grande maioria recebe mesmo um salário mínimo.

    O valor é pago quando o preso cumpre pena em regime fechado e semiaberto, sendo suspenso em caso de fuga.

    A cada três meses, é necessário comprovar junto ao INSS que o preso assim permanece.

     

    Caroline da Purificação Ambrosin

    Especialista em Direito Previdenciário

    ALVES GAYA – Advocacia e Consultoria

    www.alvesgaya.com.br

  • Decisão x Empolgação

    Decisão x Empolgação

    decisão

    “Decisão gera Execução. Empolgação não gera nada”

     

    Ontem vi um post no facebook que dizia: “A roubalheira continua nas ruas, mas o Vem Pra Rua foi embora para casa de vez”. Achei engraçado e, ao mesmo tempo, triste. Não que esta voz forte que balançou o país no último mês de junho tenha se calado de vez, mas que deu uma bela de uma congelada, isso deu. Quem viver verá quais serão as cenas dos próximos capítulos, se é que existirão.

    Isso me fez lembrar um discurso que venho usando tanto, mas tanto, que às vezes dá vontade de desistir (Brincadeira! Não vou desistir nunca). Falo da minha incansável dica para quem quer ficar bom em alguma coisa ou desenvolver bem uma competência: – Pratique incansavelmente até conseguir. A prática incansável leva à excelência e aos resultados concretos. Isso está mais do que provado e já foi até contabilizado pelo brilhante Malcon Gladwell no capítulo 2 do livro Outliers, com a chamada regra das 10.000 horas, que uso nas minhas aulas como um dos pilares para o desenvolvimento de uma carreira de sucesso.

    Esta regra para se atingir a excelência só tem um gravíssimo problema: Dá trabalho. Muito trabalho. E a maioria de nós, seres humanos, não quer pagar este preço e prefere esperar pelo destino, por uma obra divina, pelo acaso ou pela sorte. Ou abandona uma decisão tomada como se abandona uma roupa velha no armário – simplesmente esquece que existe ou que já teve um dia.

    O que explica o fenômeno do abismo entre o que se fala e o que se faz é uma coisa simples, mas que para alguns pode ser extremamente complexa de entender e aplicar. Refiro-me ao uso da palavra “Decisão”. Esta é uma das palavras mais usadas erroneamente no mundo atual. Quando uma pessoa fala que decidiu algo, na maioria das vezes, está mentindo. No meu vocabulário (me perdoem os especialistas na norma), alguém só tem o direito de dizer que decidiu algo quando está disposto a levar a cabo o que fala, ou seja, quando estiver disposto a “pagar o preço da decisão” e executar o que disse que decidiu. Caso contrário, não decidiu nada. Só está blefando ou querendo fazer bonito para alguém.

    As manifestações que tomaram conta do país “prometeram” começar a dar um fim nessa triste e longa história de corrupção no nosso país. Assim como muita gente que conheço já falou pra mim que ia fazer e acontecer em um monte de coisa. Não que ainda não possam cumprir com suas “decisões”, mas tenho visto mais promessa do que ação.

    A solução? Só existe uma – que todos assumam um compromisso, primeiro consigo mesmo e depois com os outros, de nunca falar que decidiu que vai fazer algo sem avaliar claramente o que está falando e se vai cumprir com a decisão. Em outras palavras, não usar este termo em vão. Falar que decidiu fazer não é a mesma coisa que falar que está pensando em fazer.

    Vamos combinar isso? Que tal começarmos uma campanha chamada “Só decidiu quem fez”. Quem disse que decidiu e não fez, tem que tomar um puxão de orelha bem forte. Pare um pouco e pense se você não está engrossando esta fila, que só gera falta de credibilidade e confiança. Na vida e na carreira, a nossa imagem é fortemente desenvolvida a partir daquilo que fazemos versus aquilo que falamos. Ou você acha que as pessoas não observam isso de maneira muito clara? Observam sim. Mais do que a gente imagina.

    As decisões têm um preço, às vezes alto. Mas somente decisões lavadas a cabo possuem o poder de transformar e realizar. O resto tem nome e não gera nada – Empolgação. Portanto, lembre-se sempre: Pense bem antes de decidir, mas quando decidir faça. Até o fim.  Até o próximo!

     

    Prof. Marcelo Veras
    VERAS
  • Dicas Para Um Networking Eficaz!

    Dicas Para Um Networking Eficaz!

    NETWORKING

    Alguns empresários que conheço se queixam de que, apesar de participarem de eventos de networking, eles realmente não conseguem fazer nenhum negócio a partir deles e questionam se vale a pena se preocupar com isso, uma vez que existem 101 outras coisas nas quais poderiam estar gastando seu tempo.

    É claro que o networking não vai ser uma ferramenta de marketing apropriada para todas as empresas, mas para muitos, eu acredito que seja. Afinal, se você precisava de um construtor/ contador/ especialista em TI, você não prefere lidar com alguém que você conheça e com quem converse ao invés de alguém que você não conhece?

    Se você procura usar o networking como uma ferramenta de marketing para seu negócio, como acontece com qualquer ferramenta de marketing que você usa você primeiro precisa de uma estratégia clara, a fim de fazê-lo funcionar bem para você. Vou compartilhar com vocês as minhas “dicas top dez” para um networking eficaz que o ajudará a desenvolver a sua própria abordagem.

    1.       Escolha os grupos de network que participaram sabiamente – você precisa de grupos de empresários proativos, e não aqueles que só se encontram para conversar e se sentir bem sobre si mesmo!

    2.       Vá as reuniões com um objetivo em sua mente para o número de cartões que você vai entregar e o número de reuniões que você pretende agendar.

    3.       Tenha clareza sobre o tipo de negócio que você está procurando – pense no tamanho, tipo e localização das empresas com as quais você gostaria de trabalhar.

    4.       Torne mais fácil para as pessoas darem referências de negócios para você ao dar-lhes uma oferta clara e concisa.

    5.       Pergunte às pessoas que você conhecer sobre eles e seus negócios – não se esqueça de que as pessoas compram de pessoas de quem gostam e mostrar interesse no que fazem irá ajudar na construção desse relacionamento.

    6.       Tenha uma ótima história para contar e seja um entusiasta – faça as pessoas se interessarem pelo que você faz, nunca tente apenas vender o que você faz.

    7.       Não se esqueça de levar cartões de visita suficientes com você!

    8.       Sempre faça um acompanhamento das pessoas que encontrou após o evento – lembre-se, o network é o início do processo de venda, não o fim.

    9.       Não se esqueça de se divertir!

    10.   Finalmente, certifique-se de medir os resultados de seus esforços – no final das consta, isto é NETWORKING!

     

     

    Então agora você tem um guia para um networking eficaz, que funciona. Então entre em ação e faça-o trabalhar para você!

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    actioncoach

  • Líderes esquizofrênicos

    Líderes esquizofrênicos

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    “Quando nem você acredita mais no que está falando, aí a coisa tá feia”

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    Que sou observador atento e que ando vendo mais profissionais querendo jogar a toalha do que dar a vida pela empresa que trabalha, isso todo mundo já sabe. Frequentemente relato casos aqui e uso como exemplo do que não deve ser feito pelos líderes em relação aos seus liderados. Mas o volume de casos anda aumentando tanto, mas tanto, que começo a achar que o apocalipse está mais perto do que imagino.
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    Nas últimas semanas conversei com três pessoas, de empresas diferentes e com cargos diferentes, mas que me relataram, quase em tom de desabafo, que vão jogar a toalha em breve em suas empresas. Uma delas chegou ao cúmulo de me falar que prefere passar um tempo desempregada do que ficar onde está, pois pelo menos assim tem certeza que não irá adoecer. Pode? O pior é que pode. Entendeu porque usei o termo apocalipse?
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    O que me chamou a atenção e resolvi trazer para este artigo foi que estas três pessoas usaram uma frase absolutamente idêntica para descreverem seus chefes em seus últimos discursos em reuniões. Sem brincadeira, estou falando que usaram absolutamente a mesma frase. Sabe qual? – Nem ele(a) acredita mais no que fala.
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    Olha, escrevi uma série inteira aqui sobre liderança. Foram doze artigos, cobrindo da A a Z tudo o que penso e estudei sobre o tema Liderança. Caso queira, posso lhe enviar a série inteira por email. E uma verdade que está mais do que compreendida no mundo atual é que liderar significa “alinhar pessoas” rumo a um “norte” que elas acreditem e que dedicarão seu tempo, competências e energia para alcançarem junto com seu líder. Agora me responda: – Como pode um líder achar que seus liderados seguirão uma causa que ele próprio demonstra não acreditar? É uma piada. Uma completa piada.
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    Você pode até me questionar se o problema não está na interpretação equivocada dos liderados. Será que o problema não está nos liderados? A minha resposta é não. Uma das coisas mais importantes que aprendi sobre comunicação é que “comunicação não é o que se diz, mas sim o que se entende”. A responsabilidade de garantir uma comunicação efetiva é do emissor, principalmente quando se trata de liderar pessoas. Portanto, se um líder passa a imagem de que nem ele acredita ou tem convicção do que fala, a culpa é dele sim senhor. E o preço a ser pago é bem simples de explicar. Ninguém vai mover uma palha para remar nessa direção. Simples assim. É isso que mais tenho ouvido hoje em dia, e estes três casos que citei refletem muito bem essa miopia que as empresas sofrem hoje e que não conseguem entender que alguns dos seus líderes estão acabando com a empresa, porque estão destruindo a motivação de suas equipes, com discursos fracos, falsos e sem a menor convicção.
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    Não sou profundo entendedor da mente humana, mas alguém que fala uma coisa que não acredita ou que fala uma coisa e faz outra, está com um pé na esquizofrenia. Remédio tarja preta e psiquiatra apenas amenizam.
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    Senhores empresários, suplico pelo amor de Deus e pela continuidade de seus negócios: Peguem todos os seus líderes (mesmo que tenham um único liderado) e revejam tudo, começando pela motivação deles próprios e pela crença deles no negócio, nos valores da empresa e na forma como ela está sendo conduzida. Façam isso antes que seja tarde.
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    Agora, se o autor dessa peça teatral for o próprio dono da empresa ou o presidente, daí eu desisto. O último que sair apague a luz, por favor. Até o próximo!
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    Prof. Marcelo Veras
    VERAS
  • FUI MANDADO (A) EMBORA! E AGORA?

    FUI MANDADO (A) EMBORA! E AGORA?

    embora

    Já se faz algum tempo desde a época onde as pessoas passavam vinte, trinta anos ou até mesmo se aposentavam trabalhando em uma única empresa privada.

    Hoje em dia, nada mais normal (infelizmente) nos depararmos com pessoas que foram desligadas, ou como se diz no popular, foram mandadas embora da empresa depois de anos a fio de serviços prestados, sob as mais diversas desculpas, tais como: “a empresa está se reestruturando”, “a crise nos pegou, vamos ter que reduzir nosso quadro de funcionários”, ou as clássicas: “você precisa de novos desafios, será melhor para você” ou “você não tem atingido as expectativas da empresa”.

    O fato é que, para quem está sendo mandado embora, e tem contas para pagar, despesas das mais diversas, filhos, etc., sobretudo quando tudo parece bem, não há desculpa que deixe a situação mais tranquila.

    Mas já que a situação é irremediável, sem volta, o que fazer?

    Bem, muito do que se tem a fazer vai depender do que você fez antes de ter sido mandado embora. E caso se pergunte: “Mas se o que fiz não foi o suficiente?”, não se desespere (muito), para tudo se dá um jeito, só vai precisar de mais trabalho e empenho.

    O que acontece é que muitas pessoas, seja por falta de vontade, por falta de orientação, de incentivo e até mesmo devido a uma prática de capacitação ineficiente por parte da antiga empresa, não investem tempo e dinheiro em qualificação e diversificação nas habilidades para a execução de suas atividades profissionais.

    Por exemplo, hoje vivemos uma sociedade imersa em tecnologia, das tv´s de LCD, smartphones, redes sociais, telefonia 4G, etc., e há ainda quem não tenha uma conta de e-mail ou saiba utilizar o básico em um computador, seja para uma pesquisa na internet, acessar de forma eficiente os e-mails ou mesmo utilizar ferramentas como editores de texto, planilhas ou qualquer outro aplicativo.

    Mas não só em informática, faltam habilidades (que pode ser aprendidas e desenvolvidas com cursos e prática) em atendimento ao cliente, vendas, call centers, etc. Ou seja, para cada uma dessas áreas onde há vagas disponíveis, quem tiver o diferencial (ou seja, qualificação) sairá na frente quando precisar buscar uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

    Outro ponto que todos devem desenvolver enquanto estão trabalhando é o tal do ‘networking’, ou para simplificar, o social no ambiente de trabalho, a construção de bons relacionamentos profissionais com todos na empresa atual e em todas por onde já se passou.

    Como diz o ditado, nunca se sabe o dia de amanhã, então cultive boas amizades hoje. Afinal, aquele colega de trabalho que você conheceu há dez anos, no início de sua carreira profissional pode ser quem irá lhe ajudar hoje a encontrar uma nova oportunidade. Como? Através do famoso Q.I. (quem indica). Aí fica a pergunta: Você se indicaria para alguma empresa? Por quê?

    Se a resposta não for convincente, está na hora de mudar alguns comportamentos e atitudes para que a situação possa ser revertida. Esta é a hora de refletir sobre seus pontos fortes, naquilo que você é melhor, mas principalmente nos seus pontos fracos, naquilo que você pode e precisa melhorar, como profissional e como pessoa.

    Estas são algumas dicas para o ‘antes’, e o que fazer depois que o ‘facão’ passou?

    Ninguém é de ferro e muitas vezes a empresa irá lhe mandar embora em um momento delicado. Você irá ficar triste, vai bater o desespero e muitas vezes o chão irá lhe faltar. O que fazer? Seja humano, chore, se abra com alguém de confiança!

    Você tem 30 minutos para fazer isso! Por que cada segundo que perder se lamentando lhe será cobrado depois. Passado esse tempo é hora de levantar, sacudir a poeira, por a cabeça no lugar e mãos à obra.

    Eis alguns pontos que precisará dedicar tempo e atenção:

     

    >> SAÚDE

    – caso esteja com a cobertura do plano de saúde da antiga empresa ainda válido, é hora de fazer todos aqueles exames que sempre deixou para depois;

    – mantenha uma dieta saudável, coma menos em quantidade e mais em qualidade, frutas, verduras, pouca gordura e beba muita água;

    – deixe a preguiça de lado, nada de ficar até altas horas vendo televisão e acordando ao meio dia, mantenha seu relógio biológico no ritmo de trabalho, durma cedo, acorde cedo. Se exercite. Não precisa fazer academia, mas caminhadas constantes darão um excelente resultado.

    – cuide da cabeça, não dê atenção para quem não tem nada de bom para dizer, por mais difícil que seja a situação, você sairá dela. Leia de tudo um pouco, reserve um tempo para livros e jornais (há jornais que são entregues gratuitamente pela cidade e livros na biblioteca municipal, escolas, igrejas, etc.).

     

    >> DINHEIRO

    – é hora da verdade, como não se sabe o tempo que irá ficar sem emprego (sem emprego sim, mas não sem trabalho), o melhor a fazer é apertar enquanto se tem. Veja quais contas podem ser diminuídas, despesas cortadas e no que se pode economizar;

    – FGTS e Seguro Desemprego são coisas sérias, agilize toda a papelada o quanto antes, da homologação da empresa até as visitas ao Poupa Tempo, Caixa Econômica Federal, etc. Se tiver dúvidas quanto aos valores, procure o sindicado o qual era filiado ou então orientação de um profissional, como um advogado trabalhista ou contador.

     

    >> ATITUDE

    – Você pode estar sem emprego, mas não sem trabalho. Acorde cedo, se alimente bem, se exercite e procure todos os dias aprender algo novo;

    – Desenvolva novas habilidades, procure aprender algo novo a cada dia, a cada semana. Vá atrás de cursos gratuitos, se ofereça como voluntário para trabalhar em algo que não conheça;

    – Cultive seus contatos. Ligue, mande e-mail, deixe mensagens pelas redes sociais sempre que possível. As pessoas só ajudam quem é lembrado (e como é lembrado);

    – Estabeleça metas para melhorar seus pontos fracos;

    – Use todos os recursos disponíveis para encaminhar seu currículo. Internet, entregar pessoalmente em agências, cadastro no PAT, Poupa Tempo, contatos, amigos, igreja, e até a boa e velha ‘cara de pau’ de chegar onde for, e mesmo que não haja uma vaga disponível de imediato, se apresentar como profissional, apto e disponível;

    – Seja positivo. Nada de baixo astral. Lembre-se: “Você vai sair dessa, só depende de você!”.

     

    Fonte: Jornal O Coletivo – Transurc – Ed. 138 – Out/2013 – Pág. 4

    http://issuu.com/transurc/docs/ocoletivo201310_138?e=2324876%2F5143501

     

  • Para ser um líder de mercado, você precisa evitar essas 5 frases que são destrutivas como uma peste

    Para ser um líder de mercado, você precisa evitar essas 5 frases que são destrutivas como uma peste

    lider

    Quantas vezes você já não esteve em uma reunião de negócios que era produtiva, mas que tudo acabou indo por terra por causa de algo que alguém disse?

    Isso acontece o tempo todo. Um comentário negativo ou uma preocupação pessimista pode não apenas derrubar o moral pode atrapalhar toda a estratégia.

     

    Dito isso, não há limites para o que um time pode realizar se você eliminar essas 5 frases destrutivas.

     

    #1. Eu não posso fazer isso

    Poucas palavras irritam as pessoas mais do que o não. No entanto, não poder fazer algo é um assassino para os negócios.

    Essa é uma das maneiras mais fáceis de esquivar da responsabilidade. É apenas mais uma maneira de dizer que não vai fazer o que é preciso para ter o trabalho feito.

    Lembre-se da famosa frase que diz que, quer você pense que pode ou que não pode… você está certo.

    #2. Essa não é a maneira correta de fazer isso

    Como todos os paradigmas estabelecidos ao longo da história, em algum ponto as coisas mudam, por mais incontestáveis que sejam.

    A conformidade do status quo do seu negócio atual pode mantê-lo na tendência atual, mas para estar em destaque, você deve fazer e pensar diferente de qualquer pessoa ou empresa.

    Grandes ideias e conceitos vêm de disruptores que quebram as barreiras e nada é tão commodity quanto fazer as coisas do jeito convencional.

    #3. Isso é impossível

    A única coisa que é impossível para um homem é ter um bebê, diz um ditado. Todo o resto está no reino das possibilidades.

    Você pode dizer que é impossível fazer um céu verde, ou vermelho. Mas se quisermos, podemos desenhar, com giz, o céu da cor que quisermos.

    É óbvio. Isso é um exagero. Mas estamos limitados apenas pelas limitações que colocamos em nosso próprio reino da possibilidade.

    E, dependendo do raciocínio, até o ditado estava errado, já que, antes de ser governador, Arnold Schwarzenegger teve um filho. No cinema, mas teve.

     

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    Dependendo do contexto, até um homem pode engravidar.

     

    #4. Se nós tivéssemos dinheiro

    Muitos empreendedores, gestores muitas vezes sonham com as infinitas possibilidades de negócios que teriam se tivessem a flexibilidade de um caixa maior, como uma grande empresa tem à disposição.

    Infelizmente, você não tem a reserva de caixa da Apple, de 150 milhões de dólares. Então aceite isso e se acostume com esse fato.

    Lembre-se, entretanto, que a própria Apple começou na garagem da casa de Steve Jobs, com muito pouco – ou quase nenhum – dinheiro.

    #5. Temos um problema

    Somos 7 bilhões de pessoas no mundo. Destes 6.999 milhões são muito bons em identificar os problemas.

    O resto são os líderes empresariais de sucesso que são muito bons em identificar soluções. A única vez que a palavra problema for o tema de uma reunião, assegure-se que ela venha acompanhada da palavra solução.

    Não deixe que o problema pare a sua empresa, já que elas fazem parte do dia-a-dia de qualquer organização.

     

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    99% das pessoas são boas em detectar problemas. Seja parte do 1% que resolve os problemas.

     

    AJA POSITIVAMENTE

    Todos falam diariamente sobre pensar positivamente. Mas, se você for um líder de verdade vai saber que não basta apenas pensar positivamente, mas sim agir positivamente.

    E, para incentivar ações positivas e fazer o mesmo, crie um mantra para a sua empresa na próxima reunião. Não precisa ser um posicionamento de marca.

    Estamos falando apenas de um mantra para assegurar que todos (líderes e liderados) estejam agindo positivamente para o sucesso dos negócios.

    Além disso, não admita que qualquer pessoa use as frases acima e crie uma prenda, fazendo com que cada pessoa tenha que doar 1 real a cada vez que usar qualquer dessas 5 frases.

    Pense positivo, aja positivamente e traga os resultados.

     

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